Tenho leituras diárias. Se pensarmos, estamos lendo o tempo todo, num exercício constante de reflexão. Nessas situações contínuas há um turbilhão de pensamentos rápidos: julgamentos, decisões, ações a serem tomadas. Tenho uma bíblia especial que ganhei de uma ex-aluna e eterna amiga de alma (@francarvalho). A capa é linda, o papel-bíblia de impressão maravilhosa, suave ao toque. Chego ao capricho de perfuma-la com lavanda. Um livro de reflexão diversa: 365 dias com Deus. Nele, marcam as páginas uma foto do Felipe com olhar de anjo…ele é lindo, um menino de ouro. Como diz a @liviaraujo: Ele é bonzinho demais. E um marca páginas, feito pela Maria Clara.  De papel sulfite, pintado de várias cores, escrito meu nome e um toque de glíter. E há sempre um livro em leitura. Este abraça um marcador de páginas feito pela Dinda (@Mariaceliaferraz): uma delicadeza com tulipas em ponto cruz. Dizem que vemos o mundo pelos óculos que usamos. Não no sentido literal, de se usar óculos, mas há um filtro nos nossos olhos, melhor, há sentidos em nós, que, certeza, nos proporcionam o sentir o mundo. Outrossim, não me contento com cinco sentidos, mas pontuo que há, por exemplo, a intuição. Ver, ouvir, sorver os cheiros, sentir os gostos e sensações táteis alimentam a intuição. Ficam essas sínteses de vivências armazenadas em nosso  cérebro, inclusive no inconsciente. Por isto eu valorizo tantos meus sonhos. Minha família sempre teve o hábito de partilhar os sonhos. Escrevo-os. Que exercício buscar no inconsciente os detalhes de uma vivência subconsciente. Neste lugar dos sonhos que, rotinamente, busco explicações dos sentidos. Por que sonhei isto? Que produto divino somos nós! E em mim, com toda a insignificância, penso no universo imensurável.  Vejam, podemos dizer que apenas o volume da parte observável do Universo é finito e a razão para isso é que existe uma fronteira no tempo (o Big Bang) que nos separa do resto, espaço-tempo que nossos sentidos não nos permite experienciar. 

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